Banco Central divulga 134 empresas que pediram licença cripto

Na última sexta-feira, 6 de novembro de 2026, o Banco Central divulgou a lista das 134 empresas que solicitaram licença para operar com criptoativos no Brasil.

A divulgação aconteceu logo após o término do prazo, que se encerrou em 30 de outubro, para as companhias do setor protocolarem seus pedidos para se tornarem prestadoras de serviços de ativos virtuais (PSAVs).

Entre as instituições que se candidataram estão grandes bancos como BTG Pactual, Bradesco, e Itaú, além de empresas criptonativas renomadas, como Binance e Coinbase.

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A regulamentação visa supervisionar as operações com criptoativos, garantindo maior segurança e transparência para os usuários e investidores.

Condições e requisitos para solicitar licença

O Banco Central do Brasil divulgou uma lista com as empresas que solicitaram uma licença para operar cripto, o que permitiu que estas instituições entrassem com pedidos para se tornarem prestadoras de serviços de ativos virtuais (PSAVs). Este processo se tornou especialmente relevante após o encerramento do prazo em 30 de outubro, data em que as empresas podiam formalizar suas solicitações para operar legalmente com criptoativos no país.

A partir do momento em que o prazo se encerrou, as companhias que não solicitaram a licença ou não foram aprovadas encontram-se impossibilitadas de continuar suas operações no mercado de criptoativos. O controle que o Banco Central exercerá sobre essas empresas reflete um movimento mais amplo para a supervisão adequada do setor de criptomoedas, trazendo maior segurança aos investidores e usuários.

Empresas tradicionais que pediram licença

Entre as instituições financeiras tradicionais que pediram a licença para operar cripto, destacam-se grandes bancos como BTG Pactual, Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e XP. Essas instituições vêm buscando se adaptar e assegurar sua posição no mercado de criptoativos, reconhecendo a importância desse segmento em expansão.

Além desses bancos, outras instituições reguladas pelo Banco Central, que já atuam em diferentes mercados, estão agora também se adaptando para se tornarem PSAVs. A decisão de buscar a licença reflete um esforço concertado para aumentar a transparência e a conformidade com as normas regulatórias, o que provavelmente trará um impacto positivo para a legitimidade do mercado de criptoativos no Brasil.

Empresas criptonativas na lista de solicitações

A lista de solicitações não se limita a instituições tradicionais. Várias empresas criptonativas, como a Binance (como BBrasil), OKX, Coinbase, Foxbit, entre outras, também apresentaram pedidos para obtenção da licença para operar cripto. A inclusão dessas empresas no processo demonstra a crescente competição e o amplo interesse que o mercado de criptoativos desperta tanto entre novos players quanto entre os tradicionais.

Além disso, empresas como Nubank (operando como Nu Crypto) e Banco Inter também estão na lista, evidenciando a convergência entre os serviços financeiros tradicionais e as inovações trazidas pelas criptomoedas. Essa transição pode levar a uma revolução nos serviços oferecidos ao consumidor, particularmente na forma como as transações financeiras e investimentos são realizados no futuro próximo.